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Estudos Indígenas

Há cerca de 400 milhões de indígenas no mundo (UN 2009). Esta população fala milhares de línguas e habita muitas das áreas mais biodiversas do mundo. Estudos indígenas é um campo de conhecimento voltado à diversidade cultural, histórica e de pensamento indígena, bem como aos desafios que os povos indígenas enfrentam atualmente em um mundo globalizado. Esta área de estudo possui uma interface com uma série de disciplinas, desde antropologia, sociologia e história, até geografia, ecologia e ciência política; para mencionar algumas. Esta abordagem multidisciplinar é extremamente relevante para refletir sobre e compreender a complexidade das situações que os povos indígenas enfrentam atualmente em relação à proteção de suas terras e à sua sobrevivência cultural. O CLOSER quer contribuir com os estudos indígenas promovendo o debate sobre povos indígenas a partir da perspectiva de várias áreas de conhecimento, olhando especificamente para como sociedade, meio ambiente e desenvolvimento interagem na arena global com a diversidade de culturas indígenas. Também, pretende-se fomentar o debate sobre o uso de tecnologia digital por povos indígenas como forma de produção de conhecimento. Por fim, mas não por último, busca-se estimular o intercâmbio de metodologias de diversas disciplinas, encorajando pesquisas que enfrentem o desafio de aplicar uma abordagem integrada.   Leitura Sugerida  Almeida, A.W.B. 2013. Nova cartografia social: territorialidades específicas e politização da consciência das fronteiras. In Povos e comunidades tradicionais – Nova Cartografia Social. A. W. B. de Almeida. and E. de A. Farias Júnior (orgs.) 157-173. Manaus: UEA Edições. Cardoso de Oliveira, R. 1996. O índio e o mundo dos brancos. Campinas: Editora Unicamp.   Carneiro da Cunha, M. & M.W.B. de Almeida. 2000. Indigenous people, traditional people, and conservation in the Amazon. Daedalus 129, 2, 315-338. Escobar, A. 1997. Anthropology and development. International Social Science Journal, 49, 497–516. ________. 2008. Territories of difference: place, movements, life, redes. Durham, NC: Duke University Press. Ingold, T. 2000. The perception of the environment: essays on livelihood, dwelling and skill. London: Routledge. Pagliaro H., M.M. Azevedo & R.V. Santos. 2005. Demografia dos povos indígenas no Brasil: um panorama crítico. In Demografia dos povos indígenas no Brasil. H. Pagliaro., M.M. Azevedo & R.V. Santos (orgs.). Rio de Janeiro: Editora Fiocruz e Associação Brasileira de Estudos Populacionais/Abep. 11-32 Ricardo, F. 2004. (org.) Terras indígenas e unidades de conservação da natureza: o desafio das sobreposições. São Paulo: Instituto Socioambiental.   ——— 2011. Indigenous lands in the Brazilian Amazon. In Protected areas in the Brazilian Amazon: challenges and opportunities. (orgs.) A. Veríssimo, A. Rolla, M. Vedoveto & S. de M. Futada, 46-54. Belém: Imazon São Paulo: Socioenvironmental Institute. United Nations. 2009. State of the World’s Indigenous Peoples. New York: Department of Economic and Social Affairs. Viveiros de Castro, E. 1996a. Images of nature and society in Amazonian ethnology. Annu. Rev. Anthropology 25, 179–200.
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Ecologia Política

Ecologia política é uma abordagem interdisciplinar na interface da economia política, antropologia, geografia e ecologia. Procura compreender as questões socio-ambientais com uma preocupação explícita com relações desiguais de poder, assim como com as disputas materiais e discursivas que moldam essas questões, assim evitando explicações simplistas e normativas das mudanças e conflitos ambientais.

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